No dia 12 de junho, ocorreu a primeira oficina introdutória, onde as professoras receberam o material do programa e conheceram o programa. Na segunda oficina introdutória, cada professora formadora explicou como procederia o Gestar II em suas respectivas áreas, com reconhecimento do material e a forma de utilizá-lo. Foram encontros muito divertidos, no qual as professoras demonstraram muito interesse no programa.
domingo, 14 de junho de 2009
Começou o Gestar II - Chuvisca
No dia 12 de junho, ocorreu a primeira oficina introdutória, onde as professoras receberam o material do programa e conheceram o programa. Na segunda oficina introdutória, cada professora formadora explicou como procederia o Gestar II em suas respectivas áreas, com reconhecimento do material e a forma de utilizá-lo. Foram encontros muito divertidos, no qual as professoras demonstraram muito interesse no programa.
Identificação das professoras cursistas de Língua Portuguesa
Luciana Blanck tem 36 anos e reside no município de Camaquã, cidade vizinha a Chuvisca, é formada em Letras (Português/Inglês e respectivas Literaturas) – licenciatura plena. Trabalha na área de Língua Portuguesa há sete anos. Atualmente, trabalha em duas escolas – EMEF Arlindo Bonifácio Pires (Chuvisca), lecionando Língua Portuguesa para uma turma de 6ª série e Língua Inglesa para as turmas de 5ª à 8ª série da escola e também na escola de Ensino Médio João Paulo II, lecionando Literatura e Língua Inglesa para os alunos do Ensino Médio. Ao todo, a professora Luciana leciona para 269 alunos.
Fernanda O’Meagher Feistauer tem 29 anos e reside no município de Chuvisca, é formada em Pedagogia (Educação Infantil e Séries Iniciais). Possui experiência de dez anos em sala de aula. Atualmente, trabalha com turmas de Educação Infantil (4 anos) e com duas turmas de 5º série da EMEF Santa Luzia (Chuvisca), lecionando Língua Portuguesa para essas turmas. A professora Fernanda leciona Língua Portuguesa para 52 alunos.
Ana Cláudia Oliveira Casagrande tem 26 anos e reside no município de Camaquã, é formada em Letras (Português/Inglês e respectivas Literaturas), possui também Curso Normal. Trabalha na EMEF Santa Luzia com uma turma de Educação infantil e duas turmas de 6ª série, lecionando Língua Portuguesa. A professora Ana Cláudia leciona Português para 76 alunos.
Patrícia Radmann Uebel tem 27 anos e reside no município de Chuvisca, é formada em Letras (Português/Inglês e respectivas literaturas). Trabalha na EEEM Profª Alaídes Schumacher Pinheiro com turmas de Ensino Médio e EJA e também com 5ª, 7ª e 8ª séries do Ensino Fundamental lecionando Língua Portuguesa e Língua Inglesa. A professora Patrícia leciona Língua Portuguesa para 150 alunos.
A professora Juliana Menezes reside no município de Camaquã. Tem experiência de 11 anos em sala de aula. É formada em Letras – Licenciatura Plena, com habilitação em Português, Inglês e respectivas Literaturas. Já trabalhou com turmas de Séries Iniciais e Ensino Médio. Atualmente trabalha com Língua Portuguesa de 7ª e 8ª séries e Grupo de Teatro, na EMEF Santa Luzia, em Chuvisca. Em Camaquã trabalha com Língua Portuguesa na EJA da EMEF Osvaldo Aranha. A professora Juliana leciona Português para 182 alunos.
sábado, 9 de maio de 2009
Se as letras bastassem, não veríamos as principais nações alfabetizadas patrocinando o ódio e a destruição através das guerras.
Se as letras bastassem, não teríamos as religiões detidas no culto externo e nem a ciência muitas vezes em corrida desenfreada para descobrir novas armas, entregue a inteligências sem senso moral.
Se as letras bastassem, os índices de suicídio, cada vez mais alarmantes, identificando grave desequilíbrio moral do indivíduo, não estariam alastrando-se entre as classes sociais privilegiadas pela cultura.
Se as letras bastassem, não estaríamos, na atualidade, frente à crescente indústria do aborto nos lares que a instrução e o conforto se fazem presentes, e ainda com a concordância de muitas autoridades.
Se as letras bastassem…
Na verdade, não basta ensinar apenas dando o aprendizado do fazer.
Que importa saber fazer se esse saber é egoísta e não promove o bem para todos?
As nações podem se enriquecer, entretanto, se o povo ignora como utilizar melhor essa riqueza para se engrandecer na legítima fraternidade que deve reger a vida, o orgulho de que tanto se vangloria levará esse mesmo povo ao desequilíbrio social, à miséria e ao desrespeito dos direitos dos outros, gerando desespero.
Podemos desfilar na vida ostentando diplomas e títulos, nas mais variadas profissões, mas, nenhum currículo pode representar o caráter individual, e se esse caráter é corrompido, sem base em valores morais profundos e elevados, encontraremos com o tempo a própria ruína, e as vantagens particulares adquiridas se perderão.
A escola que ilustra o conhecimento, estimula o raciocínio, é importante, entretanto, se faz incompleta por não fornecer a orientação moral e a sensibilização dos sentimentos.
Não basta conhecer. É preciso compreender.
Se as letras bastassem, os alfabetizados do mundo há muito tempo teriam implantado na Terra todos os valores de felicidade que tanto desejamos e procuramos.
Se as letras bastassem, não teríamos tantos problemas sociais e morais na família, na sociedade e nas salas de aula da escola.
Marcus De Mario


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